Diga Não a Violência infantil . Saiba o que fazer para denuncia essa prática.
O aumento da violência infantil aumentou de forma drástica este ano, se agravando ainda mais com o isolamento social devido a COVID-19. Infelizmente os maus tratos com crianças e adolescentes tem crescido de forma espantosa e muitas das vezes os agressores são pessoas da família os pais seguido dos tios e enteados (madrastas e padrastos). É importante ficar atento aos sinais da criança ou do adolescente que sofre violência dentro de casa refém dos maus tratos e abuso seja psicológicos ou sexual.
Acontecimentos recentes envolvendo violência infantil
O caso que chocou o Brasil e acredito o resto do mundo é o do menino do barril em Campinas (SP) durante quase um mês foi para o local porque "pegou comida que não era autorizado" segundo seus pais. O desprezo pela criança era tanto que o menino ficava preso o dia inteiro impedido de fazer suas necessidades básicas sem comida e sem água. Quando o pai da criança chegava do trabalho ao final da tarde a criança era solta e vez e outra o pai o agredia ao saber que a criança fazia malcriação. Na delegacia o garoto de 11 anos relatou que estava havia cerca de um mês dentro do tonel, amarrado com correntes e cadeado, porque pegou comida sem autorização dos responsáveis. Isso teria acontecido no final do ano passado. Na casa os policiais constataram que havia muita fartura nos armários e geladeiras - o garoto não frequentava escola em nenhuma unidade escolar municipal ou estadual em Campinas no ano de 2020, o que motivou o Ministério Público a pedir o indiciamento do pai por abandono intelectual e de maus tratos ao garoto mantendo prisioneiro cárcere privado e desnutrição grave. O que chama atenção é a preocupação do garoto com o pai no hospital, segundo pessoas que tiveram acesso ao garoto, ele questionou se o pai dele estava bem.
O caso semelhante foi de outra vítima do mesmo maus tratos, casos assim tem ganhado forças. A criança de três anos foi encontrada nua, dentro do barril que estava rente à parede da casa, para evitar a saída do espaço. Ainda segundo a PM, o menino tem deficiência e estava desnutrido. Após ser vestido pelos policiais, o menino passou por exame de corpo de delito e foi levado para um abrigo da Prefeitura de São Paulo está sob cuidados do Conselho Tutelar a mãe da criança foi presa.
Recentemente outro caso de maus tratos foi de um menino, de oito anos, foi encontrado amarrado no pilar de sustentação de uma casa em Bandeirantes do Tocantins, no estado do Tocantins. O crime foi denunciado por vizinhos que presenciaram a cena. Após a denúncia, a Polícia Militar foi até o local, onde a avó da criança confessou que o imobilizou porque ele é “muito desobediente”. Não podemos ficar calados quando deparamos com uma situação dessas, deixando passar esses episódios que fazem as crianças refém dos mais velhos que os maltratam sem pudor - e quando são desmascarados e denunciados alegam que fizeram aquilo porque a vitima apresenta transtorno psicológicos. Seja qual for a situação nada é justificável fazer tal maldade, incluindo crianças indefesos. A sua ajuda para denunciar é fundamental para salvar a vida de um (a) inocente. Diga não a violência infantil. Saiba o que fazer para denunciar essa prática.
O que fazer em caso de violência infantil?
Nota se mudanças no comportamento da criança e desconfie de algo pode e deve conversar com a criança sobre o assunto, mas é importante estabelecer uma relação de confiança e deixá-la à vontade para falar. Para a doutora em psicologia e professora da PUC-RS Luísa Habigzang: “Pode-se compartilhar com ela mudanças que percebemos em seu comportamento e perguntar o que está acontecendo. É fundamental fazer perguntas abertas, não indutivas". Nunca diz que a criança a vítima está mentindo - ouve atentamente e só depois fala que vai ajudá-la. Outra dica é ficar atento aos sinais da criança os desenhos reflete e muito o estado de humor da criança - e se o comportamento dela fica alterado quando como se estivesse com medo de alguém. Ter sem por cento de certeza não teremos ao menos que haja provas concretas para acusar o agressor o demais só precisamos suspeitar. Vale lembrar que em quase todos os casos a vítima tenta se manifestar da sua própria maneira, é importante com que a criança se sinta ouvida e acolhida sem questionamentos.
Veja DEZ maneiras de identificar possíveis sinais de abuso sexual de acordo com a Childhood Brasil.
1. Mudanças de comportamento
O primeiro sinal é uma possível mudança no padrão de comportamento da criança, como alterações de humor entre retraimento e extroversão, agressividade repentina, vergonha excessiva, medo ou pânico. Essa alteração costuma ocorrer de maneira imediata e inesperada. Em algumas situações a mudança de comportamento é em relação a uma pessoa ou a uma atividade em específico.
2. Proximidades excessivas
A violência costuma ser praticada por pessoas da família ou próximas da família na maioria dos casos. O abusador muitas vezes manipula emocionalmente a criança, que não percebe estar sendo vítima e, com isso, costuma ganhar a confiança fazendo com que ela se cale.
3. Comportamentos infantis repentinos
É importante observar as características de relacionamento social da criança. Se o jovem voltar a ter comportamentos infantis, os quais já abandonou anteriormente, é um indicativo de que algo esteja errado. A criança e o adolescente sempre avisam, mas na maioria das vezes não de forma verbal.
4. Silêncio predominante
Para manter a vítima em silêncio, o abusador costuma fazer ameaças de violência física e mental, além de chantagens. É normal também que usem presentes, dinheiro ou outro tipo de material para construir uma boa relação com a vítima. É essencial explicar à criança que nenhum adulto ou criança mais velha deve manter segredos com ela que não possam ser compartilhados com pessoas de confiança, como o pai e a mãe, por exemplo.
5. Mudanças de hábito súbitas
Uma criança vítima de violência, abuso ou exploração também apresenta alterações de hábito repentinas. O sono, falta de concentração, aparência descuidada, entre outros, são indicativos de que algo está errado.
6. Comportamentos sexuais
Crianças que apresentam um interesse por questões sexuais ou que façam brincadeiras de cunho sexual e usam palavras ou desenhos que se referem às partes íntimas podem estar indicando uma situação de abuso.
7. Traumatismos físicos
Os vestígios mais óbvios de violência sexual em menores de idade são questões físicas como marcas de agressão, doenças sexualmente transmissíveis e gravidez. Essas são as principais manifestações que podem ser usadas como provas à Justiça.
8. Enfermidades psicossomáticas
Unidas aos traumatismos físicos, enfermidades psicossomáticas também podem ser sinais de abuso. São problemas de saúde, sem aparente causa clínica, como dor de cabeça, erupções na pele, vômitos e dificuldades digestivas, que na realidade têm fundo psicológico e emocional.
9. Negligência
Muitas vezes, o abuso sexual vem acompanhado de outros tipos de maus tratos que a vítima sofre em casa, como a negligência. Uma criança que passa horas sem supervisão ou que não tem o apoio emocional da família estará em situação de maior vulnerabilidade.
10. Frequência escolar
Observar queda injustificada na frequência escolar ou baixo rendimento causado por dificuldade de concentração e aprendizagem. Outro ponto a estar atento é a pouca participação em atividades escolares e a tendência de isolamento social.
O primeiro sinal é uma possível mudança no padrão de comportamento da criança, como alterações de humor entre retraimento e extroversão, agressividade repentina, vergonha excessiva, medo ou pânico. Essa alteração costuma ocorrer de maneira imediata e inesperada. Em algumas situações a mudança de comportamento é em relação a uma pessoa ou a uma atividade em específico.
2. Proximidades excessivas
A violência costuma ser praticada por pessoas da família ou próximas da família na maioria dos casos. O abusador muitas vezes manipula emocionalmente a criança, que não percebe estar sendo vítima e, com isso, costuma ganhar a confiança fazendo com que ela se cale.
3. Comportamentos infantis repentinos
É importante observar as características de relacionamento social da criança. Se o jovem voltar a ter comportamentos infantis, os quais já abandonou anteriormente, é um indicativo de que algo esteja errado. A criança e o adolescente sempre avisam, mas na maioria das vezes não de forma verbal.
4. Silêncio predominante
Para manter a vítima em silêncio, o abusador costuma fazer ameaças de violência física e mental, além de chantagens. É normal também que usem presentes, dinheiro ou outro tipo de material para construir uma boa relação com a vítima. É essencial explicar à criança que nenhum adulto ou criança mais velha deve manter segredos com ela que não possam ser compartilhados com pessoas de confiança, como o pai e a mãe, por exemplo.
5. Mudanças de hábito súbitas
Uma criança vítima de violência, abuso ou exploração também apresenta alterações de hábito repentinas. O sono, falta de concentração, aparência descuidada, entre outros, são indicativos de que algo está errado.
6. Comportamentos sexuais
Crianças que apresentam um interesse por questões sexuais ou que façam brincadeiras de cunho sexual e usam palavras ou desenhos que se referem às partes íntimas podem estar indicando uma situação de abuso.
7. Traumatismos físicos
Os vestígios mais óbvios de violência sexual em menores de idade são questões físicas como marcas de agressão, doenças sexualmente transmissíveis e gravidez. Essas são as principais manifestações que podem ser usadas como provas à Justiça.
8. Enfermidades psicossomáticas
Unidas aos traumatismos físicos, enfermidades psicossomáticas também podem ser sinais de abuso. São problemas de saúde, sem aparente causa clínica, como dor de cabeça, erupções na pele, vômitos e dificuldades digestivas, que na realidade têm fundo psicológico e emocional.
9. Negligência
Muitas vezes, o abuso sexual vem acompanhado de outros tipos de maus tratos que a vítima sofre em casa, como a negligência. Uma criança que passa horas sem supervisão ou que não tem o apoio emocional da família estará em situação de maior vulnerabilidade.
10. Frequência escolar
Observar queda injustificada na frequência escolar ou baixo rendimento causado por dificuldade de concentração e aprendizagem. Outro ponto a estar atento é a pouca participação em atividades escolares e a tendência de isolamento social.
Referência: Childhood
Como e onde denunciar?
Dentre as opções para denunciar tem em mãos provas que comprovam o ato de violência contra a criança, como fez o morador de Campinas que ajudou resgatar o garoto do barril. Ele escalou o muro entre as casas e como o celular filmou o garoto dentro do tonel preso e nu em estado avançado de desnutrição. O homem disse para a criança ficar calmo para não levantar suspeitas e voltaria com ajuda. Dito e feito ele levou o vídeo como prova de denuncia e acionou a polícia e lá na delegacia aos policiais foram até a casa do menino e convocou o conselho tutelar. Quantas mais provas melhor sua denuncia e mais rápido a vítima é resgatada. Se não tiver como filmar, pedi a criança para escrever a punho os maus tratos e se mesmo assim não for possível recorrer a esses recursos:
Centro de ajuda a criança e adolescente
Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS) ambas oferecem o atendimento de média complexidade, que inclui o atendimento psicossocial a crianças e adolescentes vítimas de violência sexual. Acesse o site do Ministério da Cidadania, localize as unidades por Estado ou município.
ONGs
Se for possível, procure Organizações que atuam para o combate ao problema, como o ChildFund e a Childhood Brasil. Uma novidade é o Aplicativo Proteja Brasil. Depois de instalar o aplicativo gratuito em seu celular, o usuário rapidinho, respondendo um formulário simples, registra a denúncia, a qual será recebida pela mesma central de atendimento do Disque 100.
Não espere chegar data de 18 de Maio, marcada pelo Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes para denunciar. Faça a sua parte e salva uma criança.
Por hoje é só voltaremos com mais #Fiquepordentro.






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