Outubro Rosa. Mulheres Maravilhas na vida Real. #3
A cor rosa é um tema tradicional para comemora algo importante como por exemplo, o combate contra o Câncer de Mama. Daí o Outubro Rosa - que é uma campanha importante no universo feminino contra o câncer de mama. A campanha tem como objetivo conscientiza as mulheres combate contra a doença, incentivá-las a fazer os exames ainda que precoce para previne-las. Talvez algumas estejam cansadas de ouvir sobre esse tema mais de uma vez, porém não deixa de ser uma alerta para inibir o câncer de mama que tem deixando muitas mulheres adoecidas. Depois do câncer de pele não melanoma, o câncer de mama responde por cerca de 25% dos casos novos a cada ano.
No Brasil, essa porcentagem é preocupante chega a 66,2 mil novos casos de câncer de mama em 2020. Existe tratamento para o câncer de mama através da quimioterapia, medicamentos fortes ou tratamento alternativo, alguns casos resultam em morte. Quanto mais cedo for diagnosticado melhores as chances de vencer essa batalha, por isso, a importância dessa campanha no mês de outubro devido a primavera que traz novas expectativas por dias melhores. O câncer de mama é uma doença causada pela multiplicação de células anormais da mama que formam um tumor. Há vários tipos de câncer de mama. Alguns tipos têm desenvolvimento rápido - enquanto outros são mais lentos. Abraça essa causa e ajude mulheres vencerem esses desafios, pois as mulheres são fortes e guerreiras.
Conheça algumas histórias de mulheres que venceram o o câncer de mama:
A servidora publica aposentada Linda Mendes 59 anos foi diagnosticada com câncer de mama em 2016. Sem sintoma a doença foi diagnosticada graças aos exames de rotina que acusaram microcalficações profundas, imperceptíveis de serem sentidas com o toque. Para a Linda o desafio maior para vencer o câncer de mama foi fazer ademomastectomia, mesma cirurgia feita pela atriz Angelina Jolie.
“A minha sorte é que eu sou uma pessoa que costuma prezar pela saúde e cuidar muito da prevenção. Tudo o que eu posso fazer para evitar um problema maior, eu faço”, explica a paciente. “Fiz a cirurgia dois meses após o diagnóstico e o mamilo não pôde ser aproveitado, por precaução, mas existem várias técnicas de reconstrução. A minha técnica, no entanto, foi a de não reconstruir. Tatuei uma flor de lótus nas mamas, porque essa flor só nasce em locais difíceis. Então onde havia um câncer em mim, nasceu a flor de lótus”
“O tratamento foi muito difícil, muito doloroso. Passei quase um ano fazendo quimioterapia, com todos os efeitos colaterais ruins”, lembra Neres, que alerta para a importância da prevenção:“Os exames são muito importantes. Eu os fazia de ano em ano e o nódulo apareceu em questão de oito meses. A minha vida mudou muito em todos os sentidos, mas eu tirei muitas lições positivas de tudo, de como pensar, de como agir, de ser mais cautelosa. Lições de vida que vou levar pra sempre. A gente precisa ser forte para enfrentar, pois o tratamento também depende muito de nós”.
“Não tinha histórico familiar de câncer e estava tranquila, mas minha intuição chamava a atenção para algo. Em 2011, fui submetida a uma mastectomia, depois passei por 6 ciclos de quimioterapia, seguidos de 28 sessões de radioterapia. Nesse intervalo, também ocorreu um tratamento para preservar a fertilidade”, detalha Bianca, que precisou realizar ainda uma cirurgia na outra mama.
“Quando as pacientes fazem os exames de rotina, é possível identificar lesões representativas de uma patologia maligna e conseguimos intervir para que ela não se desenvolva e não se espalhe para outros órgãos”. diz a medica.
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| Linda (esq.), Maria (centro) e Bianca (dir.) venceram o câncer de mama |





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